
Eu preciso de você… Que clichê, pois eu não sei como é te-lo. Não sei das suas manias, dos seus gostos, e muito menos das suas caras e bocas. Eu nunca senti o calor dos seus abraços, o dose dos seus beijos e nem o macio de seus cabelos. Você nunca me contou de seus problemas, de como foi seu dia e nem das suas mais loucas fantasias. Eu nunca ouvi tua voz de manhã ou ouvir me chamar de sua “mulherzinha”. Nunca disse que me amava, que tola, muito menos que me admirava. Nunca leu nenhum texto que eu fiz e nunca soube o quanto eu sofri. Agente nunca brincou, nem ao menos se tocou… Agora volto a repetir a frase do começo: Eu preciso de você. Para fazermos, oque agente nunca fez…
Beatriz (cheiade-defeitos)
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